Somos criados e educados numa cultura moderna, avançada, rica em informações e... encaixotada. A tecnologia da educação está apenas engatinhando. Por mais que tenhamos alguns avanços, eles são mais tecnológicos do que de eficiência. Apenas repetimos padrões.
Seja em casa, na escola, na igreja ou (mais tarde) no trabalho, repetimos aquilo que nossos pais aprenderam repetindo seus pais e assim por diante. As novidades em geral residem em aumento do volume de informações e/ou no uso de tecnologia. O formato, porém, é semelhante: educação encaixotada. As coisas que se ensinam são as mesmas.
Existe uma expressão bastante comum no mundo corporativo de hoje que diz “pense fora da caixa” quando se quer que alguém tenha uma idéia criativa, que faça as coisas de forma diferente. Mas já pararam para pensar por que temos que dizer a alguém para pensar fora da caixa?
A óbvia resposta é que nós todos pensamos dentro da caixa. Aprendemos assim e agimos assim. Claro que isto é uma generalização – há mentes muito criativas por natureza. Mas neste ensaio a referência é à população de forma geral. Somos condicionados a pensar dentro de caixinhas.
Perguntas:
Como ensinar a pensar fora da caixa sem que alguém precise mandar fazê-lo?
Como eliminar a caixa?
Como estimular essas mudanças sem criar uma ruptura tão grande com nossos padrões atuais que provocaria uma rejeição à novidade?
Como questionar aquilo que se ensina às crianças (dentro e fora de casa) se nós mesmos estamos dentro de caixas?
Que ingredientes acrescentar à educação para buscar potenciais adormecidos do Ser Humano?
Que a provocação sirva para estimular o pensamento e gerar soluções. Que as idéias venham, cresçam e se multipliquem. Que possamos evoluir como raça.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Educação
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Propósito
Que tipo de idéia, quando bem divulgada, seria capaz de causar uma mudança em quem a recebe?
Que tipo de provocação conseguiria alterar a percepção de quem reflete nela?
Como despertar a mente de quem lê algo novo?
Existiria uma forma de fazer com que pelo menos alguns de nós subam um degrau na escala da evolução humana?
Vivemos uma "vida de boi", andando junto com a manada e cuidando das necessidades imediatas. Buscamos manter o padrão ou buscamos melhorias que são essencialmente fúteis. Vivemos num constante sono do qual raros de nós despertam. Vivemos mergulhados numa inconsciência, tal qual autômatos, apenas executando nossas rotinas básicas de sobrevivência.
As duas ou três décadas mais recentes foram palco de grandes evoluções em algumas áreas. É o caso da medicina, por exemplo. Cuida-se tecnicamente do corpo humano como nunca antes, assegurando uma sobrevida muito mais alta do que 100 anos atrás.
A tecnologia é outra área que apresentou um crescimento fabuloso – notável, por assim dizer. Temos um aparato tecnológico que nos permite coisas que antes pareceriam bruxaria ou obra de ficção. Voar, comunicar-se em tempo real com alguém a quilômetros de distância (ou, literalmente, do outro lado do mundo), ver imagens do que está acontecendo em localidades igualmente distantes – tudo muito fantástico.
Mas o que temos feito pela evolução da raça humana? Como temos desenvolvido nosso cérebro e nossas capacidades mentais e intelectuais? Como temos desenvolvido nossa capacidade de relacionamento com os outros de nossa espécie? Como temos desenvolvido nossa capacidade de perceber e interagir com o Divino?
Aparentemente, nessas áreas temos crescido pouco ou nada.
Esta é uma provocação para ACORDAR os visionários que existem entre nós. Uma tentativa de prover material de reflexão e novas idéias para buscar a evolução.
Divirta-se. Reflita. Acorde!
Que tipo de provocação conseguiria alterar a percepção de quem reflete nela?
Como despertar a mente de quem lê algo novo?
Existiria uma forma de fazer com que pelo menos alguns de nós subam um degrau na escala da evolução humana?
Vivemos uma "vida de boi", andando junto com a manada e cuidando das necessidades imediatas. Buscamos manter o padrão ou buscamos melhorias que são essencialmente fúteis. Vivemos num constante sono do qual raros de nós despertam. Vivemos mergulhados numa inconsciência, tal qual autômatos, apenas executando nossas rotinas básicas de sobrevivência.
As duas ou três décadas mais recentes foram palco de grandes evoluções em algumas áreas. É o caso da medicina, por exemplo. Cuida-se tecnicamente do corpo humano como nunca antes, assegurando uma sobrevida muito mais alta do que 100 anos atrás.
A tecnologia é outra área que apresentou um crescimento fabuloso – notável, por assim dizer. Temos um aparato tecnológico que nos permite coisas que antes pareceriam bruxaria ou obra de ficção. Voar, comunicar-se em tempo real com alguém a quilômetros de distância (ou, literalmente, do outro lado do mundo), ver imagens do que está acontecendo em localidades igualmente distantes – tudo muito fantástico.
Mas o que temos feito pela evolução da raça humana? Como temos desenvolvido nosso cérebro e nossas capacidades mentais e intelectuais? Como temos desenvolvido nossa capacidade de relacionamento com os outros de nossa espécie? Como temos desenvolvido nossa capacidade de perceber e interagir com o Divino?
Aparentemente, nessas áreas temos crescido pouco ou nada.
Esta é uma provocação para ACORDAR os visionários que existem entre nós. Uma tentativa de prover material de reflexão e novas idéias para buscar a evolução.
Divirta-se. Reflita. Acorde!
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